terça-feira, 24 de agosto de 2010

[Fotojornalismo] As campeãs do ano passado

Para você se inspirar, veja as três fotos vencedoras da saída fotográfica do ano passado:





1º Lugar



Autor: Leonardo Zaneti de Carvalho

2º Lugar


Autor: Felipe Clemente Lara Campos

3º Lugar


Autor: Carlos Augusto Horta Gomes



Para fazer sua inscrição na IV Semana de Fotojornalismo, clique aqui.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

[Fotojornalismo] Saída fotográfica

A saída fotográfica é a oportunidade de colocar em prática o que foi aprendido nos workshops e palestras. Mesmo já vindo com boas noções, a saída é a hora reservada na Semana para praticar e ainda poder ser premiado por isso.


Mas como ela é? Durante a tarde de quarta-feira (01/09), não haverá atividades na USP. Ao invés disso, nos encontraremos em um ponto da cidade para tirar fotos.


As fotos feitas pelos inscritos serão avaliadas e, no último dia, as melhores serão premiadas com livros de alguns dos fotógrafos que passaram pela Semana.


Fique de olho! Mais informações sobre a saída fotográfica serão divulgadas aqui no blog da J. Júnior no primeiro dia da IV Semana. Mas enquanto isso, clique aqui e veja como foi a saída do ano passado.



Para fazer sua inscrição na IV Semana de Fotojornalismo, clique aqui.

sábado, 21 de agosto de 2010

[Fotojornalismo] Melhores aspas da III Semana de Fotojornalismo

Não será mais possível saber se o trabalho do artista contemporâneo é fotografia ou cinema”.

Philippe Dubois , sobre a interação entre fotografia e cinema.

A parte mais problemática da fotografia digital é o gerenciamento de cores (...) Quando o fotógrafo não fotografa pensando nisso, a impressão sai ruim. Não é culpa do gráfico, é do fotógrafo”.
Thales Trigo, sobre fotografia digital.

"Eu aprendo sempre quem eu sou e sobre quem vocês são, como o mundo é"
Cláudio Edinger, sobre sua relação com a fotografia

Todo retrato é um auto-retrato (...) Você está pondo a sua vida, você está pondo o seu ser".
Márcio Scavone, sobre escolha de uma imagem

"Hoje a fotografia está muito mais perto, muito mais acessível".
Flávio Florido, sobre a facilidade de ter uma câmera e divulgar o trabalho pela internet hoje

"A informação visual é a primeira coisa que o leitor quer ver".
Enio Leite, sobre os conceitos básicos de fotografia.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

[Fotojornalismo] Contrastes

Mais que disputas de forças entre opostos, os contrastes juntam elementos que fazem os envolvidos se destacarem uns aos outros. Em contato direto, tons, cores, intensidades, escalas, contornos e temas se intensificam.

Eles são sempre recíprocos e até complementares: preto no branco, quente no frio, natureza na cidade.

Assim, a escolha do tema “Contrastes” para a IV Semana de Fotojornalismo não foi por acaso. A intenção é fazer com que os convidados debatam sobre as diferenças temáticas, técnicas, de experiências e de desejos em relação a seus trabalhos. Queremos que eles se intensifiquem, não com a briga dos distintos, mas com a complementação entre si.

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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

[Fotojornalismo] IV Semana de Fotojornalismo


A Jornalismo Júnior gostaria de convidá-lo para a IV Semana de Fotojornalismo.

A Semana de Fotojornalismo é um evento anual que se alia ao objetivo da empresa de promover e compartilhar conhecimento entre profissionais e estudantes.

Nesta edição, os cinco dias de palestras e workshops possuem como tema principal “Contrastes”. O evento ocorrerá do dia 30 de agosto a 3 de setembro no Auditório Ariosto Mila, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP (FAUUSP).

Para as palestras, contamos com a presença de fotógrafos como Cristiano Mascaro, Iatã Cannabrava e João Roberto Ripper. Nos workshops, esperamos os profissionais Adrino Escanhuela, Bete Savioli e a Escola de Fotografia Techimage.

No dia 1º de setembro, ocorrerá a saída fotográfica. As fotos tiradas pelos participantes participam de um concurso e são premiadas no último dia. Outras informações sobre a saída serão dadas no começo da Semana.


Inscrições

Para fazer sua inscrição, clique aqui e preencha o formulário. As inscrições são gratuitas e obrigatórias para os interessados em ganhar o certificado.

Local

Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP - FAUUSP

Auditório Ariosto Mila

Rua do Lago, 876 – Cidade Universitária

05508-080 São Paulo-SP


Programação

30/08

14h Workshop de Fotografia Digital com Adriano Escanhuela

17h Fotografia e Direitos Humanos, com João Roberto Ripper

31/08

14h Sobre contrastes de luz, com Bete Savioli

17h Do analógico ao digital, com Ed Viggiani e Ormuzd Alves

01/09

Saída Fotográfica

02/09

14h Da notícia à arte, com Iatã Cannabrava e Anderson Schneider

17h Workshop com Escola de Fotografia Techimage

03/09

14h Do ecológico ao urbano, com Cristiano Mascaro e Luciano Candisani

17h Premiação da Saída Fotográfica e Coffee End

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

[Investigativo] Desafios éticos


Por Augusto Braz
augustopbraz@gmail.com

 etica_jornalismo
A investigação no jornalismo é uma área que oferece diversos riscos à ética do profissional. Isso porque há várias maneiras de se obter uma informação, mas muitas delas – as mais “fáceis”, geralmente – exigem uma certa disposição do jornalista a comportar-se de maneira antiética - violando o direito à privacidade, por exemplo.

Grampos telefônicos, quebra de sigilo, câmeras escondidas, uso de falsa identidade etc. Qual a postura que tomam os jornalistas quanto ao emprego desses recursos para a construção de uma matéria investigativa?

A resposta, na maioria das vezes, vem da já conhecida história do interesse público. Se aquela atitude for essencial para a obtenção de uma informação de grande importância para a sociedade, ela é justificada. O uso da microcâmera, por exemplo, não é a primeira opção da maior parte dos jornalistas, mas ela pode ser indispensável para conseguir dados em uma reportagem. Em nome do interesse público, esconder a câmera se torna um ato compreensível. Fazê-lo para atrair mais audiência ou em nome de uma maior repercussão da reportagem, entretanto, não é tão incomum quanto deveria ser.

Mesmo quando há um grande interesse público envolvido, cometer um crime não é válido a fim de denunciar outro. Por isso o grampo ilegal e o uso de falsa identidade não são opções. É absurda, por exemplo, a ideia de “simular” um crime em nome de uma reportagem, como no caso das duas jornalistas de Brasília que tentaram sequestrar um bebê com o objetivo de demonstrar a falta de segurança em um hospital público, detalhado no texto “Vale tudo no jornalismo investigativo?”, de Alberto Dines.

Outra questão importante relativa à ética da investigação jornalística é a defesa do suspeito, que não pode ser ignorada. Em qualquer reportagem desse tipo, pesquisar os argumentos de defesa dos acusados é essencial para que não ocorra o usual “pré-julgamento” das mídias. A suspeita deve ser publicada como tal, de maneira que não haja margem para dúvidas quanto a isso. Antecipar-se ao julgamento em qualquer caso e apontar pessoas como culpadas enquanto ainda são realizadas as investigações são faltas comuns cometidas pela imprensa.

Fazer jornalismo investigativo é muito difícil, não há dúvida. É preciso ser cauteloso em diversos aspectos e buscar sempre ignorar interesses pessoais (ou empresariais) para focar as reportagens naquilo que é verdadeiramente de interesse público. E não naquilo que simplesmente desperta curiosidade ou chama atenção.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

[Investigativo] A Abraji


Por Paula Zogbi
paulichas@gmail.com

No fim do mês passado, ocorreu o
5° congresso de Jornalismo Investigativo, que contou com palestras e workshops sobre esta área, baseados em temas atuais. O congresso é promovido pela Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo).

Relativamente jovem, a associação foi criada em 2003 por um grupo de jornalistas brasileiros, com iniciativa de Marcelo Beraba, após assistirem ao seminário “Jornalismo Investigativo: Ética, Técnicas e Perigos”, organizado pela Universidade do Texas e dirigido pelo também brasileiro Rosental Calmon Alves.

Mantida pelos próprios jornalistas afiliados e sem fins lucrativos, seu objetivo é promover eventos relacionados ao tema da investigação, de modo a serem trocadas experiências e ideias entre os participantes. Também são promovidos cursos, presenciais e on-line, para ajudar na formação de jornalistas.

Dentro do site da instituição, é possível acompanhar notícias, textos de opinião e, para associados, ter acesso a coberturas exclusivas, apostilas e outros materiais jornalísticos.

sábado, 7 de agosto de 2010

[Investigativo] A investigação jornalística


Por Augusto Braz
augustopbraz@gmail.com

Polêmico e misterioso, o jornalismo investigativo atrai o interesse de muitas pessoas. Através da boa apuração de dados, o jornalista pode descobrir informações úteis à sociedade envolvendo diversos temas – ele pode levar a20246_ag_lrgo conhecimento das pessoas acontecimentos ocultos, envolvendo corrupção e circunstâncias de crimes, por exemplo.

Os furos jornalísticos são de suma importância para que reportagens investigativas tenham sucesso. Para obtê-los, o jornalista precisa dedicar-se muito à pauta, tendo – muitas vezes – que se arriscar para conseguir uma informação – no caso da apuração de um crime, por exemplo, o jornalista precisa ir até o local do crime, falar com pessoas envolvidas, etc. – ou trabalhar no limite da sua ética profissional – para obter dados em uma investigação, há diversas ferramentas que exigem uma postura antiética do profissional, como o uso de falsa identidade.

O jornalismo investigativo é muito freqüentemente abordado no cinema. No filme “Neve sobre os Cedros”, por exemplo, um jornalista descobre uma informação sobre as circunstâncias de um crime cujo suspeito está sendo julgado. A posse de tal informação – crucial para o resultado de um julgamento – cria um conflito ético no personagem – que não quer divulgar o dado que possui por motivos pessoais, mas se sente na obrigação de fazê-lo em nome de sua ética profissional.

A investigação no jornalismo é essencial para informar a população sobre acontecimentos – como diversos escândalos da política brasileira descobertos pela mídia – que, sem o trabalho das mídias, jamais chegariam a seu conhecimento.