terça-feira, 29 de setembro de 2009

[Arte-Texto] ONG Um teto para meu País

Yasmin Abdalla
yasmin.abdalla@gmail.com

Para a visualizar melhor a arte-texto é só clicar na imagem:

arte_ong

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

[Arte-Texto] Carros e Dinos?

Priscila Jordão
priscilajordao@gmail.com

infog

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Processo Seletivo


A J. Júnior realizará um novo processo seletivo neste mês de setembro para as diretorias de Assessoria de Imprensa, Comunicação, Esporte e Eventos.


Os interessados devem inscrever-se entre os dias 14 e 18 de setembro por meio do link acima, no cabeçalho da página. As atividades serão realizadas entre 21 e 25 de setembro.

Para mais informações, acompanhe nosso blog!



quarta-feira, 9 de setembro de 2009

[Fotojornalismo] Fotos campeãs da Saída Fotográfica

Lucas Rodrigues
lucas_rodrigues@live.com

A III Semana de Fotojornalismo acabou, mas deixou conosco muito conhecimento e belas imagens, nas diversas fotos tiradas durante a Saída Fotográfica.

Confira a seguir as fotos vencedoras da Saída, que nesse ano passou pelo Vale do Anhangabaú:

 

lugar 

                                            de Leonardo Zaneti de

                             Carvalho

 

lugar

                                                

                              de Felipe Clemente Lara Campos

 

lugar

                                                    de Carlos Augusto

                          Horta Gomes

 

 lugar

 

                                                    de Leonardo Zanon

 

 lugar

                                   de Inês Correa

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

[Fotojornalismo] A Madona de Bentalha

Raissa Pascoal
raissapascoal@gmail.com

Após especificar as três dimensões da imagem - significação, forma e pragmatismo -, Philippe Dubois exemplifica com uma fotografia de Hocine Zaourar, chamada "A Madona de Bentalha". A foto é de uma mãe após saber da morte de seus filhos no massacre no subúrbio de Bentalha, na Argélia, em 1997, na época dos movimentos fundamentalistas islâmicos.

Três Imagens - Madonda de Bentalha Como documento, a foto representa o desespero e a perda. A sua significação intrínseca, ou seja, aquela que reconhecemos como algo já visto, é o massacre e o sofrimento do povo argelino. Já a referencial, que necessita do contexto, está ligada ao significado de dor da guerra.

Após ser chamada de Madona, a foto passou a ser mais do que um documento, era um monumento, um símbolo. Isso aconteceu porque, quando falamos em Madona, inscrevemos a imagem na tradição cultural e iconográfica cristã. Ela adquire uma forma, não apenas uma significação. A imagem passou a ser a representação de Pietá, ligado ao sofrimento de Nossa Senhora após a morte de Cristo. É a figura da mãe sem os filhos, sacrificados em nome de sua religião

O sucesso da foto foi grande, com a publicação em 750 jornais do mundo. Hocine Zaourar recebeu o World Press Photo de 1997, a mais importante recompensa internacional na matéria de fotojornalismo.

[Fotojornalismo] Três dimensões

Lucas Rodrigues
lucas_rodrigues@live.com

O que enxergamos quando olhamos uma imagem? Segundo Phillipe Dubois, existem três tipos de coisas que temos que compreender ao admirar uma fotografia. Para o professor, são três dimensões:

1. Significação - diz respeito ao contéudo da imagem.Nesse aspecto,

distinguimos duas características: a intrínseca, quando reconhecemos algo que já vimos, e a referencial, que requer um conhecimento mais amplo, um saber do contexto da fotografia. Nesse ponto, a fotografia representa um documento.

2. Forma - trata sobre a forma como o conteúdo é representado. Exige

uma
consciência estética do receptor. "Leva em conta a cultura da forma como cultura de conhecimento, não apenas de representação, mas modos de conhecimento do mundo", explica Dubois. Aqui, a foto tem função de monumento.

3. Pragmatismo - determinação dos objetivos que vão sendo

atribuídos à
imagem. Como exemplo, Dubois fala sobre uma fotografia tirada por um fotojornalista. Essa foto pode, primeiramente, ser destinada a um jornal, depois ela vai para um arquivo, pode então ser publicada novamente (num diferente contexto), parar em um livro de fotografia, participar de uma exposição etc. Para Dubois, o uso variado de uma mesma imagem produz diversas significações. "É importante ter consciência de seu uso e de sua história", completa o professor.

[Fotojornalismo] A fotografia a favor da publicidade

Nathália Monteiro dos Santos
natms27@gmail.com

José Fujocka ingressou no mundo das artes através da pintura. Estudante de artes plásticas, ele fez um curso de fotografia no Instituto Lasar Segall. Foi ali que se apaixonou por registrar a vida em quadros e escolheu dedicar sua vida profissional a isso.

Fujocka se envolveu primeiramente com o fotojornalismo. Ele trabalhou no jornal Notícias Populares, onde fotografou desde celebridades até pessoas mortas. Ele optou por sair do jornal e se arriscar no ramo de fine art, ampliando fotos de sua autoria e fazendo intervenções com fins estéticos. Mais tarde, ele passou a ser requisitado por seus amigos fotórgrafos.

A demanda por seu trabalho incentivou Fujocka a montar seu próprio laboratório fotográfico. No início, ele só lidava com fotos em preto e branco, para exposições ou cópias museológicas; seu foco eram os fotógrafos que realizavam projetos artísticos. Esse nicho, no entanto, não trazia recursos suficientes para que o negócio se sustentasse.

A experiência que tinha na parte de criação, na qual lidava com programas como Pagemaker e Photoshop, ajudou-o a conseguir um emprego em uma agência de design. Lá, ele atuou como diretor de arte durante dois anos e fez diversos projetos para a indústria farmacêutica.

Nesse período, Fujocka ampliou muito seu conhecimento sobre Photoshop. Isso foi importantíssimo para que ele fosse indicado para um novo cargo em um outro estúdio fotográfico, onde ficou até 2002. Foi quando Fujocka decidiu ser um empreendedor mais uma vez e montou um laboratório fotográfico em um quartinho dentro de sua própria casa. É lá que as artes para várias campanhas publicitárias são elaboradas.

Hoje, a Fujocka Photodesign conta com uma equipe de apenas doze pessoas. É uma empresa pequena, assim como as outras do ramo. Fujocka explica que o tamanho reduzido é justificado pelo trabalho que elas executam, que é “muito minucioso e exige um olhar muito apurado. O que importa é a qualidade.”

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

[Fotojornalismo] Camiseta da Semana

camisa 002

A Marca Pó de Arroz desenvolveu exclusivamente para a III Semana de Fotojornalismo a camiseta ao lado que vocês já viram por aí.

A camiseta será vendida na sexta-feira, dia 4, por R$25,00. A edição é limitada! Não perca a chance de comprar a sua.