sexta-feira, 21 de agosto de 2009

[Fotojornalismo] Retrospectiva: Melhores Cliques

A Equipe da J. Júnior traz para você algumas das melhores aspas da 2º Semana de Fotojornalismo realizada em 2008.

aspas


“Cada vez é mais fácil fotografar. E isso é ótimo”
Hélio Campos Mello, diretor responsável da revista Brasileiros, fala sobre a popularização da fotografia

“Eu amo fotografar bandeirinhas e eu me perguntava o porquê. Aí eu descobri que morava em frente a casa do Volpi. Fotografar é se reconstruir” Claudinei Nakasone, professor de fotografia publicitária na Faculdade Cásper Líbero

"A fotografia é uma arma”
Egberto Nogueira, ex-fotógrafo da Veja, Bravo! e Piauí e criador do Imã Foto Galeria

"Fotografou? Não? Dançou!"
Marco Damiani, ex-editor da revista Istoé

"Se um time toma gol, a culpa não é do ataque ou da defesa: é do aspasfotógrafo"
Ed Viggiani, fotógrafo profissional, fala sobre o azar que a câmera fotográfica traz ao esporte

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

[Fotojornalismo] Fotografia além da imagem

Dubois Elementos como signo, ícone, índice e símbolo são velhos conhecidos dos estudantes da linguagem. Porém, as análises de Philippe Dubois, pesquisador belga que atualmente leciona na Universidade Paris III (Sorbonne Nouvelle), estendem esses conceitos para o campo da fotografia, do vídeo e do cinema.

O professor, autor de livros como “O Ato Fotográfico” e “Cinema, vídeo, Godard”, afirma que a fotografia representa muito mais do que um corte da realidade, ultrapassando o “efeito do real”.

Na III Semana de Fotojornalismo, Dubois discutirá sobre a relação de fotografia e cinema, sobre algumas considerações de Roland Barthes, assim como a função do fotojornalismo.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

[Fotojornalismo] Retrospectiva: II Semana de Fotojornalismo

DropIISemana

[Fotojornalismo] Convite

A J.Júnior, Empresa Júnior de Jornalismo da ECA-USP, tem o prazer de convidá-lo para a 3ª Semana de Fotojornalismo.

Nessa edição, o ciclo de palestras e workshops recebe influências do Ano da França no Brasil. O evento ocorre entre os dias 31 de agosto a 4 de setembro no Auditório Ariosto Mila, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP (FAUUSP).

Na primeira palestra, a J. Júnior traz o francês Philippe Dubois, professor da universidade de Paris e pesquisador no campo da estética das imagens. O evento conta também com a presença de Cláudio Edinger, Arlindo Machado, Marlene Bergamo, Márcio Scavone e outros.

Haverá também três workshops com professores de escolas de fotografia. Entre os temas, conceitos básicos de fotografia e tratamento de imagens digitais.

A Semana de Fotojornalismo tem ainda uma saída fotográfica. As fotos tiradas durante o dia participam de um concurso. Em breve, mais detalhes sobre a saída.

Até o dia 31, não deixe de acompanhar drops da Semana com muito mais detalhes sobre a programação e os convidados.


Inscrições
São feitas
neste link - que também está na parte de cima do blog
*Lembrando que as inscrições são obrigatórias apenas para interessados em certificado. Não são necessárias para assistir às palestras.

Local
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP - FAUUSP
Auditório Ariosto Mila
Rua do Lago, 876 – Cidade Universitária
05508-080 São Paulo SP

Dias
31/08 a 04/09

Programação
31/09
14h. Workshop “Fotografia e imagens digitais” com Thales Trigo, da Fullframe Escola de fotografia
17h. Palestra “Fotografia e Cinema” com Philippe Dubois, Arlindo Machado, Rubens Machado e Ismail Xavier

01/09
14h. Workshop “Fotojornalismo e conceitos básicos de fotografia” com Enio Leite, da Focus
17h. Palestra “Fotojornalismo e Cidade”, com Cláudio Edinger, Flávio Florido (UOL) e Marlene Bergamo (Folha de S. Paulo)

02/09
Saída Fotográfica

03/09
14h. Palestra “Fotografia e Revista” com Márcio Scavone (TRIP) e Felipe Hellmeister
17h. Palestra “O pensar fotográfico: Roland Barthes” com Philippe Dubois

04/09
14h. Workshop “Tratamento de Imagens” com Danilo Antunes, da Fujocka
17h. Palestra “Fotojornalismo: documento e momento” com Philippe Dubois
19h. Premiação dos vencedores da saída fotográfica

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

[Serviços] Prazeres da profissão

Yasmin Abdalla
yasmin.abdalla@gmail.com

comida_comida

sexta-feira, 31 de julho de 2009

[Cultural] Altos e baixos da Folha Ilustrada

Lucas Rodrigues
lucas_rodrigues@live.com
 

CAPAFINAL.indd Quem diria que agitação política poderia influenciar na forma de se fazer jornalismo cultural? Pois é, foi exatamente o que motivou as mudanças da Ilustrada, caderno da Folha de S. Paulo, desde a sua criação, em 1958.

Segundo Sylvia Colombo, nos anos 80, as idéias de novos profissionais ligados a movimentos políticos da época transformaram a estrutura dessa seção do jornal, que se tornou mais crítica e esclarecida. Além disso, diz que “nesse período, tiveram muitas inovações tecnológicas”, como o desenvolvimento do CD, dos computadores pessoais e da popularização dos walkmans e dos videocassetes, o que também impulsionaram essa mudança.

Entretanto, conta que posteriormente, o esvaziamento político e o pensamento individualista foram responsáveis por outra reformulação do caderno. “Nos anos 90, a Ilustrada ficou muito refém do mercado”, afirma.

Para tentar contornar essa situação, a editora diz que o jornal passou a se preocupar mais com a qualidade das análises dos textos. “A gente era bem menos exigente”, explica. Ela diz também que agora o jornal se preocupa mais com a especialização dos seus jornalistas, e que em relação a essa questão “tem um controle um pouco maior”.

Compre livro sobre os 50 anos do caderno Ilustrada

quarta-feira, 29 de julho de 2009

[Cultural] Termômetro

Lucas Rodrigues
lucas_rodrigues@live.com
 

termometro

terça-feira, 28 de julho de 2009

[Cultural] Os novos desafios do jornalismo cultural

Lucas Rodrigues
lucas_rodrigues@live.com
 

Conciliar música clássica...  Como identificar uma tendência? Qual o segredo para sair na frente dos outros jornais e conseguir publicar uma novidade? Segundo Sylvia Colombo, editora do caderno Ilustrada da Folha de S. Paulo desde maio desse ano, esse é o desafio do jornalismo cultural nos dias de hoje.

De acordo com ela, com o poder de abrangência da internet, as notícias sobre cultura passaram a ser muito mais difundidas. “Todo mundo já sabe esse tipo de coisa”, disse a jornalista. Com isso, os jornais tiveram que sofrer adaptações para seguir o mercado e manter os seus leitores.

... Com Uma das mudanças que atingiram os jornais foi o aumento na preocupação em abranger todos os tipos de gostos. “Você tem que agradar um leitor num dia, e outro no outro”, conta Sylvia, que aponta a diversidade de estilos e a alternância de assuntos como a melhor forma de democratizar a pauta da publicação, que varia desde música clássica a notícias sobre novelas

Nesse ponto, Sylvia diz que a Folha tem uma vantagem em relação aos concorrentes. “A gente tem mais liberdade editorial”. Além disso, acredita que a Ilustrada é mais ousada graficamente e mais antenada  quanto aos assuntos atuais.